Cachorra resgatada de agressões foge da Divisão de Bem-Estar Animal e mobiliza força-tarefa em Ribeirão Preto
26/03/2026
(Foto: Reprodução) Cadela resgatada de agressões foge de Zoonoses e mobiliza força-tarefa em Ribeirão Preto
Uma das duas cachorras resgatadas nesta quinta-feira (26) após aparecerem em um vídeo sendo agredidas por um homem em Ribeirão Preto (SP) fugiu da Divisão de Bem-Estar Animal (DBEA) da cidade horas depois.
Os dois animais haviam sido encaminhados para o DBEA para receber atendimento veterinário, antes de serem devolvidos à família. No entanto, a cachorrinha de pele branca, chamada de Lilica, fugiu do local.
Uma força-tarefa com equipes da Divisão de Bem-Estar Animal e da Guarda Civil Metropolitana (GCM), além de familiares do tutor, foi montada para tentar localizá-la no bairro Adelino Simioni. Um drone também é usado nas buscas.
Até a última atualização desta reportagem, no entanto, ela não havia sido encontrada.
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Em nota, a Gerência de Bem-Estar Animal confirmou que a cachorrinha fugiu do espaço de acolhimento, mas disse que uma equipe da GCM identificou a área verde onde o animal se encontra e segue em busca para realizar a captura com segurança.
Cachorra resgatada de agressões fugiu de zoonoses em Ribeirão Preto
Arquivo pessoal
Vídeos feitos por moradores de um condomínio flagraram o momento em que o homem deu chutes e arremessou os animais contra o chão (assista abaixo).
O flagrante ocorreu no dia 17 de março. Nesta quinta, o tutor das cachorras, de 29 anos, chegou a ser levado à delegacia, prestou depoimento e foi liberado. O suspeito alegou que agiu para separar uma briga entre as cadelas.
"Foi um mal-entendido. Na verdade, elas começaram a brigar, daí fui tentar separar, só que elas grudam uma na outra. Quando pego a pretinha, ela mordeu minha mão, foi na horam em que solto ela no chão. Quando pego a pretinha no alto de novo, a branquinha vem tentar grudar. Tanto é que a polícia foi lá em casa, viu que ela dorme na cama comigo, tem ração, tem nada de maus-tratos. Tanto é que elas têm veterinário, tosa todo mês", disse Thallison Henrique Soares da Silva.
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Porém, segundo Mário Eduardo Luchetti, subcomandante da Guarda Civil Metropolitana, moradores relataram que as agressões eram constantes.
"Ele disse que [os animais] não conseguiam conviver em harmonia, então a maneira de corrigi-los, ele encontrou sendo essa. Mas os relatos, segundo os moradores, são de que as agressões eram constantes", disse.
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Reprodução/EPTV
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